o que é

Desde os tempos mais remotos que o homem começou empiricamente, a usar certas plantas para curar seus males.E foi a partir desse empirismo que inúmeros investigadores efectuaram rigorosos estudos cientifícos sobre as plantas, criando-se assim, um dos ramos da medicina natural, denominado FITOTERAPIA.

A sustentada mensagem dos nossos produtos fitoterápicos no que concerne à sua eficácia e segurança, consubstancia-se no equilíbrio da sua composição, pois esta, é fruto de investigação científica, assente na tríade de substâncias que englobam o seu todo, sendo que os benefícios são alcançados por uma combinação de efeitos múltiplos. Assim, o efeito global é a regularização do corpo, pois as plantas medicinais têm a capacidade de  intensificar o processo de purificação do organismo, afectando-o a diferentes níveis em simultâneo; o nutricional, bioquimico, psico-emocional e o energético.

A Fitoterapia Composta tende a restabelecer o equilíbrio funcional orgânico, de modo a eliminar a patologia existente.

Cultura e recolha das Plantas Medicinais

Durante séculos, o Homem limitou-se a colher as plantas com uso medicinal no seu estado selvagem. Esta prática tornou-se impossível nos nossos dias por duas razões: as colheitas repetidas rapidamente esgotariam as espécies selvagens, a necessidade de obter variedades bem definidas por motivos  de eficácia e segurança não seria compatível com a tarefa que a Natureza delega ao acaso dos crescimentos e das mutações. Tornou-se assim, necessário proceder à cultura das plantas medicinais. Esta cultura obedece a regras muito rigorosas:

Escolha precisa da espécie botânica mais rica em substâncias activas;

escolha criteriosa da região de cultura no que respeita ao solo e clima mais adaptados ao desenvolvimento óptimo de cada planta;

Selecção dentro de cada região, de terrenos isentos de poluição;

Necessidade de um perfeito controle das culturas, afim de garantir a ausência de elementos estranhos. Isto implica a formação de agricultores no que respeita às técnicas de cultura biológicas das plantas medicinais;

Necessidade do controle desde o estado de cultura. Uma vez efectuada a recolha, a conservação deverá ser adaptada a cada planta de modo a preservar a sua actividade, mediante a aplicação de normas bem definidas.

 

Por fim as plantas são analisadas segundo técnicas modernas:

Verificação do teor em substâncias activas;

Verificação da ausência de pesticidas.

 

As substâncias activas

As substâncias activas de uma planta medicinal são componentes naturalmente presentes nessa planta e que conferem a actividade terapêutica. Este componentes encontram-se frequentemente em quantidades muito baixas, representando uma percentagem mínima do seu peso total. Numerosos medicamentos contêm substâncias activas extraídas de plantas.  Estas substâncias ativas são chamadas de princípios ativos. Estes princípios ativos são substâncias que a planta sintetiza e armazena.

Processo de fabrico dos medicamentos naturais

e qualidade
 

Cultura da planta na região adequada: clima, solo, ausência de poluição, etc.

   

 
  Selecção rigorosa  

Criotrituração
  Pó fino    

Extracção por solvente específico
  Extracto líquido    

Concentração
  Extracto concentrado    

Secagem por vácuo
  Extracto seco    

Encapsulação
  Cápsulas    
   

Benefícios da Fitoterapia

 Atualmente o homem vem buscando cada vez mais uma vida saudável e equilibrada, o que vem aumentando a procura de tratamentos alternativos, que visam a melhora, não só dos males físicos ( doenças ), bem como maior sensação de bem estar no campo psíquico e afetivo. A fitoterapia composta e técnicamente equilibrada vem de encontro a esta necessidade. É um tratamento completo, uma terapia eficiente e menos agressiva ao organismo. Ela visa restruturar o homem, tratando-o de forma integral.